• Em 2018, a Acnur registrou mais de 340 mil pedidos de proteção internacional de venezuelanos.

    Um relatório divulgado nesta quarta-feira (19) pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) aponta que mais de 2 milhões de pessoas foram obrigadas a fugir de suas casas em 2018.

    Os venezuelanos lideram a lista mundial de novos requerentes de refúgio com mais de 340 mil pedidos de proteção internacional.

    Esta é a primeira vez que a Venezuela encabeça esta lista do órgão na ONU, bem à frente de refugiados do Afeganistão e Síria.

    Em 2018, mais de 1/5 dos requerentes de refúgio em países estrangeiros vieram da Venezuela, país assolado por uma profunda crise política e econômica.

    A Acnur computou pedidos de 341.800 venezuelanos, mas salientou que o número real provavelmente deve ser muito maior devido à escassez de informações em relação à crise na Venezuela, informa o site Poder360.

    A ONU afirmou que aproximadamente cinco mil venezuelanos deixam o país diariamente. O número total de refugiados no exterior pode atingir a marca de 5 milhões ao final de 2019.
    Em 2018, a Acnur registrou mais de 340 mil pedidos de proteção internacional de venezuelanos. Um relatório divulgado nesta quarta-feira (19) pela Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) aponta que mais de 2 milhões de pessoas foram obrigadas a fugir de suas casas em 2018. Os venezuelanos lideram a lista mundial de novos requerentes de refúgio com mais de 340 mil pedidos de proteção internacional. Esta é a primeira vez que a Venezuela encabeça esta lista do órgão na ONU, bem à frente de refugiados do Afeganistão e Síria. Em 2018, mais de 1/5 dos requerentes de refúgio em países estrangeiros vieram da Venezuela, país assolado por uma profunda crise política e econômica. A Acnur computou pedidos de 341.800 venezuelanos, mas salientou que o número real provavelmente deve ser muito maior devido à escassez de informações em relação à crise na Venezuela, informa o site Poder360. A ONU afirmou que aproximadamente cinco mil venezuelanos deixam o país diariamente. O número total de refugiados no exterior pode atingir a marca de 5 milhões ao final de 2019.
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  • Moro confirmou, nesta quarta-feira (19), em audiência no Senado que sua conta falsa no Telegram continuaria ativa pelo hacker.

    A Polícia Federal (PF) tem elementos de prova de que um hacker tentou se passar pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e mandou mensagens para terceiros.

    Uma das evidências é uma mensagem enviada no dia 4 de junho a um funcionário do próprio gabinete de Moro, depois de ativar uma conta do aplicativo de mensagens Telegram, segundo o jornal Estadão.

    No material analisado pela PF, há elementos de que a conta clonada de Moro continuou ativa até pelo menos a última semana.

    O próprio Moro destacou o fato de não ser “uma invasão pretérita” ao ser questionado sobre as apurações:

    “Nós estamos falando aqui de um crime em andamento. De pessoas que não pararam de invadir aparelhos de autoridades ou mesmo de pessoas comuns e agora têm uma forma de colocar isso a público, podem enviar o que interessa e o que não interessa.”

    O ministro da Justiça afirma ter saído do Telegram em 2017, quando sua conta foi excluída. No dia 5 de junho foi revelado que Moro teve o aparelho desativado, após perceber que um dia antes ele havia sido alvo de ataque virtual.
    Moro confirmou, nesta quarta-feira (19), em audiência no Senado que sua conta falsa no Telegram continuaria ativa pelo hacker. A Polícia Federal (PF) tem elementos de prova de que um hacker tentou se passar pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e mandou mensagens para terceiros. Uma das evidências é uma mensagem enviada no dia 4 de junho a um funcionário do próprio gabinete de Moro, depois de ativar uma conta do aplicativo de mensagens Telegram, segundo o jornal Estadão. No material analisado pela PF, há elementos de que a conta clonada de Moro continuou ativa até pelo menos a última semana. O próprio Moro destacou o fato de não ser “uma invasão pretérita” ao ser questionado sobre as apurações: “Nós estamos falando aqui de um crime em andamento. De pessoas que não pararam de invadir aparelhos de autoridades ou mesmo de pessoas comuns e agora têm uma forma de colocar isso a público, podem enviar o que interessa e o que não interessa.” O ministro da Justiça afirma ter saído do Telegram em 2017, quando sua conta foi excluída. No dia 5 de junho foi revelado que Moro teve o aparelho desativado, após perceber que um dia antes ele havia sido alvo de ataque virtual.
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  • “Aquele que combate a corrupção não pode cometer crimes, os fins não justificam os meios”, afirmou Gilmar.

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, concedeu entrevista ao site UOL sobre as reportagens divulgadas pelo site The Intercept contendo supostas conversas privadas entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, com procuradores da Lava Jato.

    O magistrado recebeu a reportagem na tarde desta terça-feira (19), horas antes do site publicar mais uma reportagem com mensagens sugerindo que a Operação Lava Jato não quis investigar suspeitas de corrupção envolvendo o instituto criado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) para não melindrá-lo e porque o caso poderia ajudar na defesa do ex-presidente Lula da Silva (PT).

    Mendes classificou o vazamento das mensagens como sério, mas diz que é necessário atentar ao que é revelado nos diálogos assim como a forma como eles foram obtidos e se são mesmo reais:

    “Estamos aguardando e esperando os desdobramentos. Junto com o debate da ilegalidade destes vazamentos, devemos apreciar a substância destas denúncias. Precisamos saber se houve irregularidades na condução do caso e quais irregularidades são essas com muito cuidado.”

    O ministro do STF acrescentou:

    “De qualquer forma, é um aprendizado para todos nós. Muitas vezes o entusiasmo excessivo pode levar a hipertrofias e exageros. Se houver mesmo desvios, nós temos o dever de corrigir.”

    Sobre os vazamentos das mensagens pelo The Intercept, o ministro lamenta e diz que é um caso sério a ser investigado, mas deu a entender que a Lava Jato fez algo parecido:

    “Eu tenho falado que estes vazamentos de informações picadas pelas forças-tarefas, como forma de ganhar apoio da opinião pública, são deletérios.”
    “Aquele que combate a corrupção não pode cometer crimes, os fins não justificam os meios”, afirmou Gilmar. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, concedeu entrevista ao site UOL sobre as reportagens divulgadas pelo site The Intercept contendo supostas conversas privadas entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, com procuradores da Lava Jato. O magistrado recebeu a reportagem na tarde desta terça-feira (19), horas antes do site publicar mais uma reportagem com mensagens sugerindo que a Operação Lava Jato não quis investigar suspeitas de corrupção envolvendo o instituto criado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP) para não melindrá-lo e porque o caso poderia ajudar na defesa do ex-presidente Lula da Silva (PT). Mendes classificou o vazamento das mensagens como sério, mas diz que é necessário atentar ao que é revelado nos diálogos assim como a forma como eles foram obtidos e se são mesmo reais: “Estamos aguardando e esperando os desdobramentos. Junto com o debate da ilegalidade destes vazamentos, devemos apreciar a substância destas denúncias. Precisamos saber se houve irregularidades na condução do caso e quais irregularidades são essas com muito cuidado.” O ministro do STF acrescentou: “De qualquer forma, é um aprendizado para todos nós. Muitas vezes o entusiasmo excessivo pode levar a hipertrofias e exageros. Se houver mesmo desvios, nós temos o dever de corrigir.” Sobre os vazamentos das mensagens pelo The Intercept, o ministro lamenta e diz que é um caso sério a ser investigado, mas deu a entender que a Lava Jato fez algo parecido: “Eu tenho falado que estes vazamentos de informações picadas pelas forças-tarefas, como forma de ganhar apoio da opinião pública, são deletérios.”
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  • “Esse ‘escândalo’ é consideravelmente menos escandaloso do que o Intercept relatou ou do que eu acreditava originalmente”, afirma professor de Harvard citado por Moro na CCJ.

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participa, nesta quarta-feira (19), de sessão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal.

    Moro decidiu comparecer ao Senado de forma voluntária para prestar esclarecimentos sobre as reportagens lançadas pelo site The Intercept contendo supostas mensagens privadas envolvendo o ex-juiz e procuradores da Operação Lava Jato.

    Em meio aos questionamentos dos parlamentares, Moro fez mais de uma vez referência ao artigo escrito por Matthew Stephenson, professor de Harvard, sobre o encolhimento do “escândalo” divulgado pelo site do jornalista Glenn Greenwald de forma extremamente sensacionalista.

    Autoridade na pesquisa sobre corrupção e política, Stephenson publicou, na última segunda-feira (17), em seu blog Global Anticorruption, um longo texto sob o título “O Incrível Escândalo que Encolheu? Novas Reflexões sobre o Vazamento da Lava Jato”.

    O docente de Harvard escreve que sua opinião “sobre a reportagem de The Intercept mudou um pouco; tendo a pensar que esse ‘escândalo’ é consideravelmente menos escandaloso do que o Intercept relatou ou do que eu acreditava originalmente”.

    O Antagonista publicou um resumo dos principais argumentos do professor:

    1. Ele mantém sua convicção de que os diálogos vazados não tornam sem fundamento a condenação de Lula. Nenhum dos comentários ao seu primeiro texto, afirma Stephenson, “contesta seriamente a minha conclusão de que os textos (…) que apontam as supostas fraquezas jurídicas e probatórias do processo contra Lula mostrem algo além de advogados fazendo um bom trabalho ao se preparar para um caso difícil”.

    2. O professor não está convencido de que as mensagens vazadas de setembro de 2018 “deem credibilidade óbvia” (como diz The Intercept) às acusações de que os procuradores da Lava Jato são “ideólogos de direita cuja missão primordial era destruir o PT e impedir o retorno de Lula ao poder”. Para Stephenson, até agora, nenhuma mensagem prova que a hostilidade a Lula e ao PT já existisse em 2015-2016, quando a investigação e o julgamento do petista começaram, tenha influenciado qualquer decisão real do Ministério Público ou tenha sido baseada em motivações ideológicas de direita. Aqui o professor de Harvard lembra que a Lava Jato atingiu pessoas de todo o espectro político, incluindo opositores políticos do petismo, como Michel Temer e Eduardo Cunha.

    3. Stephenson agora acredita que talvez tenha sido “rápido demais” ao condenar como ilegítima por si só, em seu texto de quatro dias atrás, a troca de mensagens entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol. Aqui, o professor chama a atenção para características estruturais do sistema de Justiça do Brasil:

    “Parece que a maioria das mensagens privadas em questão, talvez todas, estava no contexto não da fase de julgamento, mas sim da fase de investigação –quando o procurador estava fazendo coisas como requerer mandados, intimar testemunhas etc., que o juiz tem de aprovar. Nesse contexto, procurador e juiz podem (na verdade devem) se engajar em comunicações secretas ‘ex parte’. E eu entendo, com base em alguns dos comentários que recebi, que essas conversas provavelmente são mais frequentes no Brasil do que em outras jurisdições, devido a certas características da lei processual brasileira que exigem que o juiz esteja mais envolvido na supervisão da fase de investigação.”
    “Esse ‘escândalo’ é consideravelmente menos escandaloso do que o Intercept relatou ou do que eu acreditava originalmente”, afirma professor de Harvard citado por Moro na CCJ. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participa, nesta quarta-feira (19), de sessão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal. Moro decidiu comparecer ao Senado de forma voluntária para prestar esclarecimentos sobre as reportagens lançadas pelo site The Intercept contendo supostas mensagens privadas envolvendo o ex-juiz e procuradores da Operação Lava Jato. Em meio aos questionamentos dos parlamentares, Moro fez mais de uma vez referência ao artigo escrito por Matthew Stephenson, professor de Harvard, sobre o encolhimento do “escândalo” divulgado pelo site do jornalista Glenn Greenwald de forma extremamente sensacionalista. Autoridade na pesquisa sobre corrupção e política, Stephenson publicou, na última segunda-feira (17), em seu blog Global Anticorruption, um longo texto sob o título “O Incrível Escândalo que Encolheu? Novas Reflexões sobre o Vazamento da Lava Jato”. O docente de Harvard escreve que sua opinião “sobre a reportagem de The Intercept mudou um pouco; tendo a pensar que esse ‘escândalo’ é consideravelmente menos escandaloso do que o Intercept relatou ou do que eu acreditava originalmente”. O Antagonista publicou um resumo dos principais argumentos do professor: 1. Ele mantém sua convicção de que os diálogos vazados não tornam sem fundamento a condenação de Lula. Nenhum dos comentários ao seu primeiro texto, afirma Stephenson, “contesta seriamente a minha conclusão de que os textos (…) que apontam as supostas fraquezas jurídicas e probatórias do processo contra Lula mostrem algo além de advogados fazendo um bom trabalho ao se preparar para um caso difícil”. 2. O professor não está convencido de que as mensagens vazadas de setembro de 2018 “deem credibilidade óbvia” (como diz The Intercept) às acusações de que os procuradores da Lava Jato são “ideólogos de direita cuja missão primordial era destruir o PT e impedir o retorno de Lula ao poder”. Para Stephenson, até agora, nenhuma mensagem prova que a hostilidade a Lula e ao PT já existisse em 2015-2016, quando a investigação e o julgamento do petista começaram, tenha influenciado qualquer decisão real do Ministério Público ou tenha sido baseada em motivações ideológicas de direita. Aqui o professor de Harvard lembra que a Lava Jato atingiu pessoas de todo o espectro político, incluindo opositores políticos do petismo, como Michel Temer e Eduardo Cunha. 3. Stephenson agora acredita que talvez tenha sido “rápido demais” ao condenar como ilegítima por si só, em seu texto de quatro dias atrás, a troca de mensagens entre Sergio Moro e Deltan Dallagnol. Aqui, o professor chama a atenção para características estruturais do sistema de Justiça do Brasil: “Parece que a maioria das mensagens privadas em questão, talvez todas, estava no contexto não da fase de julgamento, mas sim da fase de investigação –quando o procurador estava fazendo coisas como requerer mandados, intimar testemunhas etc., que o juiz tem de aprovar. Nesse contexto, procurador e juiz podem (na verdade devem) se engajar em comunicações secretas ‘ex parte’. E eu entendo, com base em alguns dos comentários que recebi, que essas conversas provavelmente são mais frequentes no Brasil do que em outras jurisdições, devido a certas características da lei processual brasileira que exigem que o juiz esteja mais envolvido na supervisão da fase de investigação.”
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  • Moro voltou a negar irregularidades e disse que tem “absoluta confiança” de que sempre agiu conforme a lei.

    Em entrevista ao programa do Ratinho, no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), exibida na noite desta terça-feira (18), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, voltou a negar irregularidades nas supostas mensagens vazadas pelo site The Intercept.

    Moro afirmou que não consegue confirmar que as mensagens divulgadas pelo site são reais porque, segundo ele, não tem mais os arquivos.

    “Em relação ao que troquei, não posso confirmar porque não tenho mais as mensagens, mas tenho absoluta confiança de que sempre agi com com lisura dentro da minha profissão”, disse o ministro.

    Moro afirmou que o vazamento das mensagens foi uma ação criminosa de hackers e que vê uma ação orquestrada para “obstaculizar as investigações” da Lava Jato e anular condenações.

    Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o ministro da Justiça acrescentou:

    “Existe um grupo criminoso organizado cujo objetivo é obstaculizar investigações ou buscar anulação de quem já foi condenado por corrupção, quem tem conta na Suíça ou recebeu favores de empreiteiras. O objetivo é muito grave, além de ser um ataque às instituições.”
    Moro voltou a negar irregularidades e disse que tem “absoluta confiança” de que sempre agiu conforme a lei. Em entrevista ao programa do Ratinho, no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), exibida na noite desta terça-feira (18), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, voltou a negar irregularidades nas supostas mensagens vazadas pelo site The Intercept. Moro afirmou que não consegue confirmar que as mensagens divulgadas pelo site são reais porque, segundo ele, não tem mais os arquivos. “Em relação ao que troquei, não posso confirmar porque não tenho mais as mensagens, mas tenho absoluta confiança de que sempre agi com com lisura dentro da minha profissão”, disse o ministro. Moro afirmou que o vazamento das mensagens foi uma ação criminosa de hackers e que vê uma ação orquestrada para “obstaculizar as investigações” da Lava Jato e anular condenações. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o ministro da Justiça acrescentou: “Existe um grupo criminoso organizado cujo objetivo é obstaculizar investigações ou buscar anulação de quem já foi condenado por corrupção, quem tem conta na Suíça ou recebeu favores de empreiteiras. O objetivo é muito grave, além de ser um ataque às instituições.”
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  • Além de criticar o sensacionalismo das matérias, o ex-juiz disse que “é muito comum que juízes e promotores se comuniquem”.

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participa de sessão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nesta quarta-feira (19), para dar explicações sobre as supostas mensagens privadas vazadas pelo site The Intercept.

    Moro apontou a existência de um grupo criminoso por trás do vazamento das mensagens entre ele e os procuradores da Lava Jato. Ele também criticou o site responsável pela divulgação das conversas:

    “A divulgação dessas mensagens está repleta de sensacionalismo. O veículo não me procurou antes da publicação de nenhuma reportagem. O fato é que não tenho mais essas mensagens no celular para dizer se são autênticas ou não.”

    E acrescentou:

    “Não é incomum que juiz converse com promotor, advogado, policial. Não é incomum que receba procuradores e se converse sobre diligências, é absolutamente normal. Eu sempre agi conforme a lei, e aplicar a lei com esses poderosos não era algo fácil.”

    Moro disse não ter certeza sobre a autenticidade das mensagens vazadas, mas, se de fato as conversas existiram, afirmou ter a convicção “da correção de todos os atos como juiz”.

    O ministro do governo do presidente Jair Bolsonaro também criticou o fato de o site de notícias divulgar as conversas em momentos distintos. “Vai ficar divulgando a conta-gotas? Entrega para uma autoridade competente”, apontou.
    Além de criticar o sensacionalismo das matérias, o ex-juiz disse que “é muito comum que juízes e promotores se comuniquem”. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, participa de sessão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nesta quarta-feira (19), para dar explicações sobre as supostas mensagens privadas vazadas pelo site The Intercept. Moro apontou a existência de um grupo criminoso por trás do vazamento das mensagens entre ele e os procuradores da Lava Jato. Ele também criticou o site responsável pela divulgação das conversas: “A divulgação dessas mensagens está repleta de sensacionalismo. O veículo não me procurou antes da publicação de nenhuma reportagem. O fato é que não tenho mais essas mensagens no celular para dizer se são autênticas ou não.” E acrescentou: “Não é incomum que juiz converse com promotor, advogado, policial. Não é incomum que receba procuradores e se converse sobre diligências, é absolutamente normal. Eu sempre agi conforme a lei, e aplicar a lei com esses poderosos não era algo fácil.” Moro disse não ter certeza sobre a autenticidade das mensagens vazadas, mas, se de fato as conversas existiram, afirmou ter a convicção “da correção de todos os atos como juiz”. O ministro do governo do presidente Jair Bolsonaro também criticou o fato de o site de notícias divulgar as conversas em momentos distintos. “Vai ficar divulgando a conta-gotas? Entrega para uma autoridade competente”, apontou.
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  • Alcolumbre disponibilizou escolta policial para parlamentares alvos de supostos ataques. A segurança ainda não foi solicitada por nenhum senador.

    O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), determinou que a Polícia Legislativa investigue as ameaças relatadas por senadores contrários ao decreto que flexibilizou o porte de armas no Brasil.

    “O Senado vai dar todas as garantias para os senadores cumprirem seu mandato, então o que for deliberado para a presidência que a gente tiver clareza que é uma ameaça, nós vamos autorizar [escolta]”, disse Alcolumbre, segundo o site Jornal do Brasil.

    O projeto que anulou os efeitos do decreto do presidente Jair Bolsonaro foi votado no plenário do Senado nesta terça-feira (18). Por 47 votos a 28, o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que pedia a suspensão dos decretos foi aprovado.

    Quatro senadores relataram à presidência do Senado terem sido alvos de ataques: Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Fabiano Contarato (Rede-ES), Eduardo Girão (Pode-CE) e Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB).

    Após o relato dos ataques, o presidente do Senado emitiu uma nota expressando “indignação” e prometendo providências para garantir a proteção e a liberdade dos parlamentares.
    Alcolumbre disponibilizou escolta policial para parlamentares alvos de supostos ataques. A segurança ainda não foi solicitada por nenhum senador. O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), determinou que a Polícia Legislativa investigue as ameaças relatadas por senadores contrários ao decreto que flexibilizou o porte de armas no Brasil. “O Senado vai dar todas as garantias para os senadores cumprirem seu mandato, então o que for deliberado para a presidência que a gente tiver clareza que é uma ameaça, nós vamos autorizar [escolta]”, disse Alcolumbre, segundo o site Jornal do Brasil. O projeto que anulou os efeitos do decreto do presidente Jair Bolsonaro foi votado no plenário do Senado nesta terça-feira (18). Por 47 votos a 28, o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que pedia a suspensão dos decretos foi aprovado. Quatro senadores relataram à presidência do Senado terem sido alvos de ataques: Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Fabiano Contarato (Rede-ES), Eduardo Girão (Pode-CE) e Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB). Após o relato dos ataques, o presidente do Senado emitiu uma nota expressando “indignação” e prometendo providências para garantir a proteção e a liberdade dos parlamentares.
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  • O mutirão de revisões em benefícios do INSS está previsto para durar até 2020, podendo ser prorrogado até 2022.

    O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou, nesta terça-feira (18), a Medida Provisória 871, que visa combater fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    A MP foi apresentada pelo governo em janeiro e aprovada pelo Congresso no início de junho.

    Segundo o governo, inicialmente, o pente-fino tem como alvo 5,5 milhões de benefícios, e a previsão é economizar até R$ 9,8 bilhões.

    De acordo com a medida, os primeiros afetados serão quem recebe algum dos benefícios por incapacidade — doença ou invalidez — e está há mais de seis meses sem passar por uma revisão.

    Essas pessoas devem ser convocadas pelo pente-fino e podem perder o benefício caso não cumpram as exigências.

    Para evitar isso, a indicação de especialistas é já deixar a documentação e os laudos médicos em dia, manter dados pessoais, como endereço, atualizados no INSS e ficar atento aos principais canais de contato para não perder uma eventual convocação.

    Se houver algum indício de irregularidade, o trabalhador ou aposentado será notificado e tem 30 dias para apresentar sua defesa, com os documentos adicionais ou de suporte solicitados, informa o site UOL.
    O mutirão de revisões em benefícios do INSS está previsto para durar até 2020, podendo ser prorrogado até 2022. O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou, nesta terça-feira (18), a Medida Provisória 871, que visa combater fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A MP foi apresentada pelo governo em janeiro e aprovada pelo Congresso no início de junho. Segundo o governo, inicialmente, o pente-fino tem como alvo 5,5 milhões de benefícios, e a previsão é economizar até R$ 9,8 bilhões. De acordo com a medida, os primeiros afetados serão quem recebe algum dos benefícios por incapacidade — doença ou invalidez — e está há mais de seis meses sem passar por uma revisão. Essas pessoas devem ser convocadas pelo pente-fino e podem perder o benefício caso não cumpram as exigências. Para evitar isso, a indicação de especialistas é já deixar a documentação e os laudos médicos em dia, manter dados pessoais, como endereço, atualizados no INSS e ficar atento aos principais canais de contato para não perder uma eventual convocação. Se houver algum indício de irregularidade, o trabalhador ou aposentado será notificado e tem 30 dias para apresentar sua defesa, com os documentos adicionais ou de suporte solicitados, informa o site UOL.
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  • O dólar fechou o dia em queda de 0,25%, a R$ 3,85.

    É o menor valor da moeda em dois meses.

    A Ibovespa também teve fechou o dia com bons números, acima dos 100 mil pontos, um crescimento de 0,90%. É a primeira vez na história que a Bolsa brasileira fecha um dia com este índice.

    Isso tudo em um dia tenso na política, com a ida de Sergio Moro à CCJ do Senado.
    O dólar fechou o dia em queda de 0,25%, a R$ 3,85. É o menor valor da moeda em dois meses. A Ibovespa também teve fechou o dia com bons números, acima dos 100 mil pontos, um crescimento de 0,90%. É a primeira vez na história que a Bolsa brasileira fecha um dia com este índice. Isso tudo em um dia tenso na política, com a ida de Sergio Moro à CCJ do Senado.
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  • A audiência de Sergio Moro no CCJ no Senado, quase no final, foi ineficaz para que a oposição acuasse o ministro –como pretendia– no caso das mensagens vazadas.

    Além de responder sobre o episódio, o ministro da Justiça teve espaço para falar do trabalho de sua pasta e defender o pacote anticrime que enviou ao Congresso.
    A audiência de Sergio Moro no CCJ no Senado, quase no final, foi ineficaz para que a oposição acuasse o ministro –como pretendia– no caso das mensagens vazadas. Além de responder sobre o episódio, o ministro da Justiça teve espaço para falar do trabalho de sua pasta e defender o pacote anticrime que enviou ao Congresso.
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